Alguns projetos apresentados pelos vereadores de Marília têm gerado críticas e controvérsias entre moradores e especialistas.
Entre os mais questionados na legislatura passada, de triste memória, e que se repete na atual, com decepção de produtividade "quali" esteve a ampliação do número de cadeiras na Câmara, que passou de 13 para 17 vereadores, além do aumento nos subsídios mensais para parlamentares, que chegaram a R$ 11,3 mil.
Também foi aprovado o direito a três assessores por gabinete, o que elevou os custos administrativos do Legislativo.
Outro ponto de debate foi o projeto que aumentou os salários do prefeito, vice e secretários municipais, com valores que chegam a R$ 22 mil mensais para o chefe do Executivo. Essas medidas foram aprovadas mesmo diante de protestos da população nas galerias da Câmara.
Embora alguns projetos tenham mérito técnico — como campanhas contra o uso de cigarros eletrônicos nas escolas e propostas de humanização do parto — o foco excessivo em benefícios políticos e estruturais tem gerado descontentamento.
Muitos cidadãos apontam que as prioridades deveriam estar voltadas à infraestrutura urbana, saúde pública e combate à desigualdade.

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